Era o sol
sobre nossas cabeças a brilhar.
Era o tempo
em todos os momentos
apressado em passar.
Onde haverá
instante bonito
que como o sol no infinito
fique pairando no ar?
Quem saberá
de bocas unidas
que em distâncias indefinidas
não se deixam de beijar?
Cláudio Correia
dez/84
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