Esse sonho de encontro
muitas vezes se desencanta
nas distância de um caminho
e o gostar se perde do coração
fazendo a gente seguir sozinho.
Muitas mãos se desencontram
umas das outras na fuga de um vazio.
Na volta é que se percebe o mar,
quando não se tem mais navio.
Cláudio Correia
maio/84
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